
Hoje, sábado, estava decidida a ficar em casa. Não queria nenhum contato com o mundo externo, mas eu querer nem sempre é poder!
Já por volta das 17:30h sai muito a contra gosto, minha mãe pediu insistentemente para ir ao supermercado fazer comprar. Será que não poderia esperar até segunda-feira? O meu desejo era hibernar no meu quarto, curtir a preguiça, relaxar meu corpo em cima da minha cama e depois esparramar na frente do computador e acessar meu twitter, orkut, blogger... e alguns sites de celebridades. Mas, se eu não fizesse o que a minha mãe havia ordenado, bem capaz da casa cair na minha cabeça.
Peguei o carro e sai. Estava tão imersa em meus pensamentos que nem percebi a maneira como dirigia. Provavelmente dirigia normal, não ouvi nenhum barulho de buzina atrás de mim. Pelo retrovisor algo me chamou a atenção, uma luz alaranjada. Decidi então parar o carro no acostamento, desci para ver o que tinha desviado a minha atenção. Que luz era aquela? Olhei para os lados e não havia nada de mais, carros transitavam, pessoas passavam. Olhei então para o céu e vi... O sol estava vermelho... fiquei por cerca de uns cinco minutos contemplando a sua cor.
Então voltei para o carro e segui rumo ao supermercado, peguei tudo o que estava na lista de compras. Depois de pagar, fui ao estacionamento, estava um pouco escuro, algumas lâmpadas queimadas. Parecia mais um filme de terror, se fosse já estaria morta pois sempre quem sobrevive são as virgens. Definitivamente eu já teria morrido (risos).
Vim embora e no caminho pra casa escutava Marilyn Manson. E tudo correu bem!
O importante é que estou no meu refúgio, cercada pelos meus livros, meu computador e meus pensamentos um tanto quanto sinistros.
E assim a vida continua até a próxima história!
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